RÁDIO SIMPATIA ONLINE: AMY WINEHOUSE NO RIO DE JANEIRO

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

AMY WINEHOUSE NO RIO DE JANEIRO

RIO DE JANEIRO - Com um minivestido de tigresa, cinto claro marcado na cintura e sapatilhas de balé, Amy Winehouse subiu ao palco do HSBC Arena na noite de segunda-feira (10) às 22h30, com uma chuva de palmas e gritos histéricos de fãs. Foi o segundo show da cantora no país. Pelo primeiro, em Florianópolis na noite de sábado (8), os fãs cariocas já sabiam o que estava por vir: Uma apresentação correta e curta da atual diva da soul music. E foi isso que tiveram.
Amy saudou o Rio de Janeiro algumas vezes durante o show de 1 hora e 10 de duração. Das 10 músicas do setlist, a cantora deixou três na responsabilidade de seus backing vocals, Zalon e Heshima Thompson, que, para quem já conhece a banda, sabe que são um show à parte. Da diva inglesa faltou força. E essa foi a opinião geral dos famosos que passaram por lá.
Susana Vieira, que estava acompanhada por Sandro Pedroso, comparou a performance de Janelle Monaé , responsável pela abertura do evento, com a de Amy: “Vimos um show incrível antes e com quase a mesma duração, ou mais. Ela deveria fazer maior. Mas mesmo assim foi maravilhoso. Ela é ótima”.
Sheron Menezes foi outra que passou por lá e acompanhou os passinhos de Amy do gargarejo. “Eu já sabia que era um show reduzido, então não fiquei decepcionada, não”, disse ao Famosidades. Jayme Matarazzo compartilhou com Sheron, e ainda frisou que demorou para acreditar que ela estava mesmo no palco. “É um universo tão distante, né?! E ela veio mesmo, estava ali. Eu achei bom, gostei muito”.
O casal 20 do momento, Jonatas Faro e Danielle Winits, deu carta branca para Amy. “Eu adorei. Foi curto, mas ela pode”, disse ela, enquanto o marido completou: “Amy pode tudo”. Luana Piovani, que chegou com Felipe Simão, assistiu ao show do camarote para evitar qualquer acidente com o pé, que está em recuperação. “Fiquei mais reservada, paradinha. Mas adorei, achei maravilhoso”, declarou.
Sem fugir muito do discurso – e acompanhado por uma morena misteriosa que se recusou a falar seu nome -, Reynaldo Gianecchini também deu sua opinião: “Eu gosto do som dela, gosto de uma baladinha boa. E foi curto mesmo, fiquei com gosto de quero mais! Mas valeu por ‘Back to Black’”.
A música citada pelo intérprete de Fred em “Passione” foi uma das que fez Amy mostrar que, apesar da vida desregrada e do exagero do álcool e drogas, sua voz continua firme e forte. Está certo, ela poderia estar melhor e seu “corpitcho” e mente poderiam agüentar pelo menos 1h40 de apresentação, mas fã que é fã quer saber de trabalho. E Amy não é de enrolar. Ela chegou, sorriu e soltou o vozeirão.
Em faixas como “Love is a Losing Game” e “Valerie”, ela mostrou bom desempenho. Já em outras precisou da ajuda dos Thompson para finalizar um verso ou alcançar tal nota. “Rehab”, “Just Friends”, “Tears Dry On Their Own” e “Boulevard of Broken Dreams” também estavam no repertório, para alegria dos presentes.
Muito vaidosa, de tempos em tempos ela arrumava a franja, ou jogava os longos cabelos para frente. O decote acentuado quase a traiu no palco, e ela logo acomodou os seios dentro do vestido com um sorriso para o público. Claro que a cena lembrou o flagra de dias atrás, quando chegou ao Hotel Santa Teresa, onde está hospedada, e deixou o biquíni cair na sacada do quarto.
Ainda sobre os trejeitos da cantora, a mania de subir o vestido que já é pequeno com as mãos causa certo nervoso, digamos assim. Uma xícara com um líquido misterioso foi prontamente posicionada em um banquinho para Amy no início do show. Com conteúdo dela, alcoólico ou não, Amy fez alguns gargarejos. Diferentemente do show de Floripa, em que só tomou água no palco – ou não! -, no Rio ela “roubou” uma garrafa de uma cerveja brasileira e virou “goela abaixo”. A plateia, claro, foi ao delírio.
É uma pena mesmo ver alguém tão jovem e com tanto talento "cambaleando" no palco. Mas Amy brilhou de novo. Se ela não agüenta 1h40, que faça bem feito 1h10. E foi o que fez. Ela canta. E pronto. Ela não agita o povo, e nem quer saber se querem que ela agite. Ela está lá para fazer pose e garantir o seu (gordo) pé de meia.

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